Assim caminha a humanidade…

Assim caminha a humanidade...

Assim caminha a humanidade…

Que mundo é este? A raça humana evoluiu, alguns inconformados diriam involuiu, ao ponto de ter se tornado politicamente incorreto definir se um espécime é homem ou mulher.

Imaginem um médico realizando o exame de ultrassom numa grávida, na hora do veredito quanto ao sexo do bebê deve ser uma desgraça: “olha – considerando tão somente as genitálias – há maior probabilidade de vir a se tornar um menino mas, veja bem, nada impede que se torne uma menina ou, quem sabe, até mesmo as duas coexistências… ou não”. Sem querer, parafraseei Caetano.

Sobre a face da Terra, somos os animais autodenominados racionais e, como tais, não contentarmo-nos-emos com respostas simplórias e banais: macho ou fêmea. É claro, temos que abrir o leque multicolorido enrustido em nenhuma das respostas acima (NRA).

Como era fácil nos tempos de brincadeira com os jogos de Lego! Todas as pecinhas tinham o mesmo padrão, mas suas funcionalidades eram bem definidas no todo. Só havia um jeito de montá-las naquela posição: encaixam-se os pinos nos orifícios. Guardadas as similaridades, nos dias atuais, seria missão impossível fazer um “castelinho” ficar em pé, pois não há mais qualquer padronização das peças, com pinos e orifícios inusitados para tudo quanto é lado.

Pelo amor de Deus, não me venham com mimimi de procriação e perpetuação da espécie, uma vez que isso é coisa bizarra, própria dos horrendos animais irracionais. Que zona! Do jeito que vamos, Sodoma e Gomorra deverão ser rememoradas como cidades santas.

Para os mais incautos existem explicações na internet sobre sexo biológico, orientação sexual e ideologia de gêneros. Deixa de ser tosco meu compadre, está lá tudo explicadinho nos mais escombrosos detalhes. Os mais estudiosos terão que se empenhar e “trans-pirar” para conseguir destrinchar o acrônimo LGBTTQQFAGPBDSM+ em “lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, queer, questionadores, flexíveis, assexuais, poliamor, escravidão/disciplina, dominação/submissão, sadismo/masoquismo e tudo mais”.

Diante de tamanha diversidade, na hora de procurar um banheiro será uma penitência encontrar a porta correspondente ao sexo/gênero; aliás, sejamos coerentes, preparemo-nos para o banheiro “único-multisex”, se não viveremos todos mijados e cagados.

Concluindo, por conta de minhas limitações e conforme aprendi na caserna: todo o repertório até pode explicar esta situação de libertinagem mas nada justifica tamanha depravação sexual; a qual, para o bem ou mal da sociedade, somos obrigados a tolerar (respeitar); no entanto, digo por mim (cabeça dura), nunca serei adepto em aprovar. Portanto, a quem interessar saber, não tenho nada contra e também nada a favor; rogo que mantenham-me esquecido e fora dessa perdição moral, por favor.


“Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas existe uma coisa que se chama… RESPEITO” – autor desconhecido

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Mario Câmara

Sobre Mario Câmara

Lema: "Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito." Martin Luther King Jr.

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