GPS Tesouro

...prazer, recebê-lo por aqui.

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Recantos Recanto da Chibata Ecochato ... eu?

Ecochato ... eu?

E-mail Imprimir PDF

Ecochato ... eu?            Semear é preciso e cada um o faz ao seu estilo e bel-prazer. Olha eu aqui, de novo, dando pitaco aonde não sou chamado. Não sou flor que se cheire quando o assunto são os "ecochatos" de plantão, apesar de admirar as suas motivações – quando são verdadeiras, reais e concretas. Agora, algumas abordagens desta turma são, no mínimo, falsas e infrutíferas. Dercy neles!

            Como disse e repito, sou ignorante no assunto, mesmo assim como alvo que sou da educação ambiental (julgo que ainda tenho conserto), posso externar a minha opinião sobre aquilo que surtiu efeito e do que soou apenas como balela.

            Pra começo de conversa, não tem outro modo: o exemplo arrasta.

            Estava eu num ponto de ônibus (transporte coletivo, gente), lá esperando. Nisto um sujeito sentado na parada, puxa da sacola uma tangerina e começa a descascá-la. Até aí, tudo muito bonito e bastante natureba, se não fosse o destino das cascas, lançadas ao chão, obviamente. Minha surpresa ficou por conta de uma moça que, a partir de então, entrou em cena, tomou conta da situação e fez mudar o foco desta história. Do nada e por nada, ela sacou de sua bolsa um saquinho plástico e sem deferir sequer uma palavra ou olhar repressor, recolheu as cascas do chão e as colocou numa lixeira, bem próxima. Imaginando, se fosse num estádio a galera iria gritar "gooooullll", no pé do ouvido do sujeito lambão; mas não se fez necessário qualquer bronca, diante de tamanha elegância na atitude de correção. Coisinha ínfima... ensinamento imenso! 

            Agora, pelo amor de Deus, não me venham com moral de cueca. Fico fulo quando me aparecem segmentos do Governo, empresas ou ONGs vendendo mundos e fundos ecológicos e ao virarem as costas; se mostram às avessas do que pregam e, ainda por cima, com interesses escusos. Para estas minha mensagem, nada elegante: "hipócritas (salafrárias ou caras de pau)... o fato (circunstância ou razão) de que me encontram em um estado de ojeriza (aversão ou nojo) não implica (significa ou quer dizer) que meu nível de alfabetização ecológica seja ínfimo (baixo ou, quiçá, reles mesmo). Por favor, com todo o respeito (estima ou carinho) que lhes é devido, podem ir agrupando (reunindo ou ajuntando) suas más intenções (falsidades ou falta de vergonha na cara) e encaminharem-se (dirigirem-se ou irem-se) diretinho às suas genitoras que lhes deram a luz (mães biológicas que os trouxeram ao mundo ou as putas que os pariram)".

            Depois da mensagem acima, o outro aspecto a ser considerado: concisão. "Ataia, Viriato".

            Como já mostrado, uma ação vale por mil palavras e ponto. Porém, há de existir espaço para outras abordagens, com texto mais elaborado, erudito, denso e extenso, à lá meus amigos advogados Vieira e Silva Castro. Afinal, falta-me conteúdo, razão pelo qual apresento um apontamento para um trabalho denominado: “Educação ambiental: rumo à sustentabilidade”. Estilos à parte, sou de opinião que nos dias atuais é mais efetivo fazer que nem os jogadores do timaço do Barcelona; não dá para ficar embromando. É um toque só, se necessário dois, preferencialmente: magistrais e eficazes. Feito aquele pouquinho, já se posicionar para nova jogada – lê-se sincronia de esforços. E, assim, com contribuições rápidas, pontuais e objetivas, se faz o mundo ou, pelo menos, o placar do jogo mudar.

            Se cada um fizer sua parte, cuidando do ínfimo que lhe compete, já seremos todos felizes. Como cada cabeça é uma sentença e o que se passa na cabeça de cada um é problema exclusivo do vivente – até por ali, vamos ter de nos respeitar. Todavia, quando surge uma brecha, nada impede de se gerar um relampejo (elegância da moça ou um retumbante palavrão) ou, até mesmo, uma chuva torrencial (artigo mais abrangente) para chamar a reflexão sobre ecologia. Quem me viu, quem me vê, olha eu aqui, posando de ecologista. Vou ter que me policiar, para dar o exemplo e não ser o “fdp” da vez. Sobrou até para mim, vixe!

            A elegância retratada na narrativa foi propositalmente contrastada com a irreverência, numa singela alusão à Dercy Gonçalves. Assisti a minissérie Dercy de Verdade, gostei muito e acho que fui contagiado pela sua eloquência verborrágica. Espero melhorar logo, mas tiro como conclusão que os extremos, por vezes, se fazem apropriados.

 

            "A fé remove montanhas ... mas os ecologistas são contra". Achado na Internet

 


Artigo interessante:

- Educação ambiental: rumo à sustentabilidade

 

Comments 

 
0 #1 Mario Câmara 2012-02-13 22:56
...
Na era da informação simplesmente nos esquecemos de grande parte do que lemos e do que vemos, criando um problema para a retenção das ideias transmitidas, por isso, a mensagem tem que ser simples e direta, para que o público alvo se sinta confiante, e em seguida apresentada mais complexa. A técnica hostil aterrorizando o público alvo não funciona, portanto não deve ser utilizada. O sucesso esta na qualidade intrínseca das ideias que apresentamos.

O objetivo é vender uma ideia, devendo começar pelas ideias mais simples, para que o grupo social se sinta confiante. As ideias precisam ter a capacidade de se manter em nossa memória e nos fazer pensar, falar e agir.
...
Fonte: http://www.defesanet.com.br/defesa/noticia/3042/TRANSFORMACAO-SOCIAL-E-POLITICA---uma-Necessidade-Percebida
Quote
 

Add comment


Security code
Refresh


UAU !

            Para este ano que se apresenta, vou estabelecer como meta participar de algumas corridas oficiais, sempre tendo como objetivo maior o bem-estar e a saúde física e mental. Sabe como é, já passei daquela fase de competição e de medição de desempenho. Meu negócio é correr com a galera e nos divertirmos.

Leia mais...