Qual a diferença entre Defesa Nacional e Segurança Pública?

Devaneio… “gentem, fazendo favor né”, não precisa fazer um estudo etimológico sobre o tema. Tá claro, “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. “Eis-me aqui, digníssimo, e pode perguntar, porque comigo pau é pau, pedra é pedra. Se sei, digo que sei; se não sei, digo que não sei e pronto!”11_29_06_259_file

Vamos aquecer os neurônios com o bê-á-bá! Diante de uma adversidade, procurar um “elefante” ou um “hipopótamo”? Com certeza, em face dos sete julgamentos – 5W2H (Qual?, Como?, Por que?, Onde?, Quem?, Quando? e Quanto?) a cerca da causa raiz do problema (adversidade), não lhe restará duvida de qual será o veredito (decisão acertada).

Caso esteja difícil elucidar as sete questões chaves a respeito do título deste texto, a seguir vai uma colinha. “Colinha” boa só tem a ideia força (“vapt-vupt”), o floreio fica por conta dos Rolando Lero.

“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

§ 1º – Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.

§ 2º – Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares.”

Na Constituição Federal de 1988, aquela originalíssima, era isso. Atualmente, a CF virou uma colcha de retalhos. Neste ínterim, vieram as chorumelas. “Não complica, explica!” As autoridades competentes se viram em cheque por conta de mazelas das Instituições de Segurança Pública (ISP) e deu-se à luz as Leis Complementares (LC 97/1999  e LC 136/2010), concebidas assim, “de coração, sem o menor interesse…”

Quanto às mazelas das ISP, pensei: “por que contar, por que não contar?” Não quero levar um zero, portanto: “Mooorreu?” Mas também não almejo a nota dez, por conta da cereja do bolo que vou colocar: “E o salário das Forças Armadas? Ó!”

Ah, para fazer justiça: mazelas, as Forças Armadas também as tem, é claro!

Endiabrado, fico pasmo com o abismo existencial entre estas duas espécimes institucionais (Defesa Nacional x Segurança Pública) que muita gente boa não enxerga ou, dando com o dedo naquele olho alheio, malandro faz questão de não querer enxergar.

Apenas a título de informação, a grande família da Segurança Pública no Brasil é constituída pelas seguintes instituições: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal, Polícias Civis, Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. Parentes consanguíneos: Força Nacional e Guardas Municipais. Renegados: milícias. Esquecendo alguém, complemento a posterior.

Enquanto isso os lesados (carapuça ao bel-prazer), que são os mais afetados pelas idiossincrasias da Defesa&Segurança, apesar de só levarem com a vara na cabeça,  não estão nem aí. Ficam “só pensando naquilo”:  “sambarilove”.

Ôps voltei à razão! Complicado tratar assunto tão delicado na base da brincadeira; mas pra bom entendedor, meia palavra basta!  Longe de mim a pretensão de responder; tão somente instigá-lo, meu caro leitor. A imagem e os bordões [minha homenagem à Escolinha do Professor Raimundo] que acompanham o texto, serviram-me de inspiração e devaneio.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, ria, dance, chore e viva intensamente cada momento de sua vida, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos” – Charles Chaplin

Sobre Mario Câmara

Lema: "Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito." Martin Luther King Jr.
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