Terra Brasilis… de mal a pior.

ÊTA porqueira… ando meio afastado da escrita, mas diante de tanta baixaria tenho que botar uns palavrões pra fora.fudidos

Todos nós, sejamos “coxinhas” ou “petralhas”, temos a percepção que estamos num momento de colapso político, econômico e moral; é fato: o Brasil está indo de mal a pior. Pasmem, por estranho que possa parecer, este não é o problema maior. O “x” da questão está na incapacidade de se vislumbrar uma escapatória que se possa dizer, minimamente, digna. As alternativas de assunção do poder são péssimas. É cada um por si e Deus por todos.

A podridão que se entranhou em nossa sociedade chegou a tal ponto, que perdemos a capacidade de discernir entre o certo e o errado. Os valores são meros verbetes da “boca pra fora”, aplicados tão somente para ludibriar os incautos. Os que pregam a igualdade social são os primeiros a prevaricarem na partilha, locupletando-se. As pessoas estão tomadas pela insensatez da “causa” acima de tudo e não há evidências que lhes façam recobrar a razão. Apesar de discordar, passo a entender o raciocínio torpe da “banda podre”, onde para atingir o fim, justificam-se os meios, sejam quais forem: corrupção, mentira, “pedaladas”, apadrinhamentos, incompetência, etc. Fomos infectados pela “cegueira da insensatez”; pior, com obtusos de ambas as partes.

Neste cenário de caos, é cada um tentando defender o seu quinhão; enquanto caminhamos de roldão, sem perceber, para a queda abissal. Na luta pela sobrevivência o que vale é o dia de amanhã, a ser conquistado com unhas e dentes. O que vem mais pra frente está completamente indefinido, não cabendo espaço na pauta. Portanto, desprovidos da sobriedade para planejar a médio e longo prazo, vamos rumando ao sabor do vento, ao Deus dará.

O necessário alinhamento político não se faz sem um plano de governo sério e decente, que nunca mais se percebeu existir desde o período neoliberal e não sei se um dia voltará a existir, em face dos tamanhos conchavos e acordos que apodrecem o Estado-Nação. A fundamental guinada econômica não se dá sem um setor produtivo aguerrido, confiante, inovador e carreador de divisas, que não venda a própria alma ao poder público em troca de benesses de toda espécime. O imprescindível amadurecimento moral, ético e cultural da nossa sociedade, não vai acontecer da noite para o dia, valendo-se de meros chavões populistas como “A Pátria Educadora” ou assistencialismos interesseiros e corrompidos como os programas “Bolsa Família” e “Minha Casa, Minha Vida”. Compatriotas, apesar de sermos filhos que não fogem a luta, não temos sequer uma faísca no final do túnel.

Em síntese e muito objetivamente, eu avisei que ia xingar: brasileiros e brasileiras, sejam contra ou a favor do impeachment, estamos TODOS na merda!

“O problema não é o problema – o problema é a atitude com relação ao problema.” – Kelly Young

Eleições 2014 – Vai ou racha

Eleições_2014Tempos de pouco “acolherar” palavras neste blog. Mas como fazer frente aos espetáculos televisivos, onde freneticamente se assiste aos golpes baixos do MMA eleitoral, que tão bem representa o cenário das eleições 2014. Pelo menos temos que admitir a evolução das promessas utópicas para a objetividade do “fura olho”; com vantagem para os políticos, é claro, visto se eximirem de obrigações futuras.

Dentro em breve estará aberta a contagem nas famigeradas urnas eletrônicas, sempre alvos de desconfianças. Antes disso, fomos bombardeados por pesquisas eleitorais que parecem ser mais incertas que as previsões do tempo, com o senão de piorar a assertiva com a proximidade do veredito derradeiro. Outro ingrediente picante será o pós-resultado. Caso a candidatura que for preterida seja da situação, seu modus operandi aponta a adoção da tática da terra arrasada em seu desfecho. Caso mantenha-se o manche nas mesmas mãos, há tempestades que virão com intensidade majorada por ter sido o mal represado.

Comecei a escrever estas linhas com o intuito de não revelar minha inclinação, passando por deslizes no parágrafo anterior. Já nas redes sociais, que se tornaram paredes de pichação para a desconstrução dos candidatos à presidência, os quais foram desmoralizados sem perdão, mantive-me neutro, até então. Das acusações e escoriações, concluo que de “santinho” não tem ninguém e ter “peninha” não lhes cabe; e, mais ainda, diante de tudo que foi veiculado, vejo-me reescrevendo o não tão sábio ditado: “o povo aumenta, mas ‘também’ inventa”.

Porém, fui alquebrado de minha resistência depois do último embate. Não me contive e postei um comentário - putz… que pecado – , após a resposta da Sra. Dilma ao questionamento de uma indecisa (economista desempregada), sugerindo-lhe que faça um curso do SENAI para obter emprego. Poxa, ofensa entre eles (candidatos)… tá tudo bem, afinal quem está na chuva é para se molhar. Mas ofender a sociedade brasileira; seja num debate, seja despejando dinheiro em Cuba ou dando fiasco em relações políticas externas (lembram-se do episódio da ONU – negociação com terroristas) passa do limite do ridículo. Como esta senhora, visivelmente despreparada e esclerosada, pode continuar representando nossa nação?

Mas, vejo que muita gente não se importa em passar vexame e é bom que seja assim, pois será mais fácil assimilar o golpe das urnas. Assumindo a oposição, não tem jeito, vai dar muito desemprego, por conta dos favorecidos em cargos públicos que irão para o olho da rua. Mas PeTralhas, não se preocupem não, se Deus quiser e ele há de querer, vocês poderão dispor do SENAI-PRONATEC, do Bolsa-Família, da Minha Casa – Minha Vida e do SUS para sobreviverem.