Quem_somos
Dizer quem sou … soa meio estranho e sugestiona um auto afago no ego (coceira umbilical), melhor deixá-lo sossegado, tranquilo e sereno. Não, não fale de si mesmo!
Mesmo porque, há um escorregão que julgo asqueroso 😱 quando ouço: “você sabe com quem está falando!?”
Justo por isto e para ficar bem longe disto, explica-se a forçação de barra no título desta página: “quem somos”?
Portanto, revelarei um segredo e uma convicção:
- somos one-man team … cada qual, uma cabeça num turbilhão de transformação, criatividade, inovação e sentença; e
- uma andorinha pode fazer “verão” (sprint), com certeza! No entanto, se formos em revoada, tanto melhor e mais longe se chega!
O senso crítico compele-me a escrever e armado do teclado sou soberano, liberto e independente nas próprias opiniões e posicionamentos. Não me sinto confortável ao me esquivar ou me omitir. Quando a situação exige, exponho tanto minha concordância quanto discordância leal, sempre leal (ser leal não é acobertar erros… é ter coragem para encará-los e solucioná-los). Prezo a transparência e autenticidade, estando sujeito, como todo ser humano, a erros e acertos nas percepções, interpretações e colocações. Sendo politicamente incorreto e suscetível ao erro, tenho ojeriza a classe político (um bando de sem-vergonha, difícil de escapar um).
Assim sendo, registro aqui de forma inconteste e indelével: as opiniões expressas neste site são meramente pessoais (minha OPINIÃO) e desprovidas de quaisquer interesses ou orquestrações escusas.
O site tem por finalidade apresentar provocações abrangendo os seguintes assuntos gerais:
- Liderança&Gestão: trata-se de uma ramo do conhecimento que me fascina e busco constantemente aprender (ser ensinável), me aprimorar e considero ter disposição para colaborar em prol de um ambiente melhor;
- Tecnologia: o pulso ainda pulsa, ou seja, locupleto-me em continuar lidando com algumas nuances e apuros de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC), com um pendor para área de automação, conectividade e sistemas IoT (Internet das Coisas): [1], [2], [3], …
- Cidadania: espaço editorial para extravasar, desopilar e, de vez em quando, já que ninguém é de ferro, até XINGAR. Gentem…. aqui é sem idolatria cega e sem “político de estimação”! Tem uns cabras da peste que fazem por merecer um efusivo palavrão [1]; é claro, quando praguejo, faço-o com todo “sorriso, amor e carinho”🫶; e
- Conversas: instigar pessoas de boa fé, servir de rastro para reencontrar companheiros de jornadas passadas e, sempre, seguir em frente, desbravando novas fronteiras.
Sou Mario Câmara:
- núcleo familiar coeso e conciso;

- com muito orgulho soldado na essência (AMAN-1990/”matbeliano”) do glorioso Exército Brasileiro que passou a atuar na área de TIC (infraestrutura), perfazendo 30 anos de serviço; sempre ciente que pessoas, cargos e percepções são passageiras, mas a Instituição sim … é perene;
- engenheiro eletrônico do IME-97 [Plataforma Lattes], bah … do tempo em que se “escovava” os bits do PIC16F84 em linguagem assembly (não dá pra ter saudade) e, atualmente, metendo as caras (hobby) nas novidades voltadas ao desenvolvimento de software e hardware (gosto mais do tato, mão na massa: 🔩);
- é vero, dei uma desviada temporária para área de cartografia, sensoriamento remoto – SIG e Comando e Controle (C2); fato que me possibilitou aprender a lidar com ferramentas como SPRING, ArcGIS, ENVI, rastreador GPS e inteligência de imagens (IMINT);
- cidadão indignado com o atual cenário político-econômico mas, fazer o quê né, mantenho-me crédulo em milagres e na lógica invisível e intrínseca do povo brasileiro. Como disse não me omitir: (i) acredito nas urnas eletrônicas, tendo orgulho deste nosso desenvolvimento tupiniquim; (ii) vacina é uma conquista; e (iii) arma não é brinquedo [2]. Sou partidário do “verás que um filho teu não foge a luta, desde que a luta seja DIGNA e promova o bem comum“; e
- vivente que procura estar em constante movimento (cadenciado) e vibração; tendo por objetivo alcançar a angulação perfeita da vida: “morrer jovem, o mais tarde possível”.
- Eu – ser humano (prós e contras) – a procura de aprender, usufruir, difundir e agradecer por tudo aquilo que me for de direito (degrau por degrau, aqui e agora); com a única certeza, de ser diferente de ontem e um completo outro amanhã. Tá bom … tenho um pedacinho da memória que é uma ROM (princípios e valores inalteráveis) e ninguém tasca.
Consonante com estas descrições a respeito de um poquito de mim, suscitou a necessidade de reportar pensamentos e percepções, tendo por temas: militarismo, disciplina, cidadão, inovação, conhecimento, maker, iot, desporto, política, responsabilidade e respeito. Putz … que salada de fruta! 🥗
A origem do nome do site remonta de 13 Set 2002 e deveu-se ao entusiasmo juvenil com as possibilidades atinentes à tecnologia GPS. De lá pra cá, muitas efemérides satelitais rolaram e as utilidades dos receptores e navegadores GPS … hoje, são o que são. Acreditem se quiser, não faz muito tempo, andar com o receptor GPS ligado com o carro em movimento, sujeitava multa.
É isto … este sou eu! 🫡
Nos apertos, procuro “pensar&fazendo”:
- SHU-HA-RI
- para avaliar se realmente importa, faço a seguinte triagem (tríade da ação) [domínio] {no popular}:
- posso (tenho as competências – CHA) [tecnologia dominada] {tô com a alavanca e sei utilizá-la?};
- devo (disponho de ambiente regrado, recursos e tempo) [processos azeitados] {tô com apoio?}; e
- quero (trás resultado: propósito valoroso) [alinha-se ao foco das pessoas] {tô com tesão?}
- “experience is not the best teacher, evaluated experience is”.
Registro de provocações nas entrelinhas, mordiscando bem miudinho pra ninguém se zangar:
- [1]
- É por demasiado cômodo e confortante simplesmente xingar a classe política. Alivia também demonizar o STF. Agora CRUEL mesmo é – fruto de um exercício de consciência – concluir que o comportamento deplorável dessa cambada (políticos, juízes e mandatários do governo) é mero espelho dos valores éticos e morais da nossa sociedade. Refiro-me a lei de Gérson entranhada, que seja quem for e aonde for tem que arrancar vantagem em tudo.
- [2]
- Fico meio bolado com esta história de considerar arma de fogo um objeto de ostentação. Caralho, possuir uma arma é ter um compromisso e responsabilidade constante com a correta guarda, porte e manuseio da mesma. Sabe a expressão “o feitiço virou contra o feiticeiro” cai feito uma luva, ao menor vacilo que se dê.