Espasmos de inspiração – Teclado apaixonado

Belas_formas

Saudade

Saudade é similar à fome, brota de um vazio que se instala, chegando a causar dor visceral. Ameniza-se com petiscos que são os pensamentos delirantes. Só passa quando se alimenta com a presença da pessoa amada. Estou faminto de você… meu doce de coco.


Desobediência do amor

Peça-me o que for que eu faço; menos uma coisa: esquecer-te.


Céu na Terra

Do seu brilho emanam meus momentos contemplativos. Quando as nuvens dispersam, coloco-me a procurar a constelação do Cruzeiro do Sul e, em especial, a minha estrela Mimosa. És um astro de luz, sendo o meu maior deleite vagar entorpecido em sua órbita existencial.


Paraíso

Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior com planícies invioláveis, vales de silêncio e sentimentos secretos; que só se transforma em paraíso com você por perto.


Impróprias para menores

– Nestas noites de calor fico a imaginá-la na cama em sumárias vestes.

– A fugaz troca de olhares tira-me o firmamento, deleitar-me no seu bojo atirar-me-á no olimpo.

– Se acordo pensando ter descoberto o paraíso, é porque sonhei com você.

Respeito – Simples assim!

Diz aí meu camarada… você é a favor ou contra? Coluna do meio não vale!Respeito

Sinto uma atmosfera de opressão para que tomemos partido: extrema direita ou extrema esquerda, liberdade de expressão ou tolerância religiosa, soberania nacional ou direitos humanos.

Não nos deixemos levar pelo extremismo e pratiquemos o exercício da empatia, tanto para um lado quanto para o outro. Toda moeda tem dois lados e, prestem atenção, andam querendo viciar o resultado. Não existe gabarito, pare e reflita!

Não é à toa a sapiência do ditado “política, religião e futebol não se discutem”, uma vez que lista assuntos cuja carga emocional inviabiliza o diálogo racional. Pois é… Charlie Hebdo, tem jornaleco que se acha no direito de entrar nestas searas, tão somente, para difamar, zombar e satirizar os dogmas e as convicções alheias, o que se trata da mais pura grosseria. É trivial do berço: respeitar para ser respeitado.

Do outro lado os que sofreram “bullying”, coisa que ninguém acha legal, pelo menos quando é consigo. Quando é com os outros, pode! Sucessivas ofensas foram martelando, ferindo a alma, tornando-se uma metástase moral até que explodiu e, pelo visto, continuará explodindo. Abram os olhos – todos os olhos, os extremistas estão à solta. É claro, sou totalmente contrário e lastimo os atentados; mas é natural, quem planta intolerância e desrespeito não vai colher coisa boa.

Tanto um lado quanto o outro foram execráveis, sendo um crime hediondo o desrespeito à vida humana na cultura ocidental e inconcebível o desrespeito à Maomé na cultura muçulmana, cada qual com a sua escala de valores . Ambos foram desrespeitosos, ao bel sabor da balança, uns mais outros menos. Mas o pior é que nenhuma medida está sendo tomada para remediar a situação; estão sim, atiçando a fogueira. Não vejo uma busca pelo caminho do meio – equilíbrio –  e para finalizar a conversa: respeito, bom senso e vergonha na cara não fazem mal a ninguém.

Gestão do Conhecimento – E daí?

Pirâmide_Conhecimento_siteLi e ando lendo uma série de títulos sobre gestão do conhecimento e admito ter chegado ao mais absoluto caos informacional. A situação se agrava pelo fato de estar, em paralelo, tentando transformar esta gama de teorias numa construção prática que se sustente.

Portanto, muito calma nesta hora para não meter os pés pelas mãos. Primeira coisa para não se perder no raciocínio é manter o foco – representar o baluarte do conhecimento. Quais são os fatores fundamentais para a sustentabilidade da gestão do conhecimento: (i) pessoascolaborar com os seus bens mais preciosos (persistência, competências e criatividade); (ii) processos – implementar o compartilhamento de informações; (iii) tecnologia – facilitar o acesso (consulta) a informação. Estes fatores são consagrados como os três pilares da gestão do conhecimento.

Não existe nada mais intrigado e misterioso do que o pensamento humano. E, justamente, fruto de tamanha complexidade é que brotam ideias inovadoras e mirabolantes, tanto para o bem quanto para o mal. O fato é que por conta do perfil comportamental das pessoas, por vezes deficitário de entusiasmo, comprometimento, autoestima e perspectivas, inibe-se o aproveitamento do capital humano e, consequentemente, há a perda do pensamento criativo em prol da organização. Para contornar tal situação, faz necessário o contágio de mentes e almas, sempre se lembrando de levar em consideração a sapiência da lógica oriental: primeiro obedeça (Shu), depois entenda os porquês (Ha); e só depois comece a inventar (Ri).

Os processos se tornaram criaturas abomináveis, depois de sequenciais iniciativas sem resultados palpáveis; pelo menos, segundo a minha percepção. Deparamo-nos com um bombardeio de práticas de qualidade (5S, Kaizen, seis sigmas, PDCA, normas ISO, COBIT, ITIL) todas pregando a mesma reza (promover a melhoria dos processos), mas nada de experienciar o milagre. Tamanho descrédito associado à cultura arraigada, apesar de ultrapassada, de monopolizar a informação, denota a dificuldade de se implementar o mapeamento de processos, cuja importância é vital: ter organizado e sistematizado o trabalho.

Além de evidenciar o incremento do número dos sentidos humanos, a saber: tato, paladar, olfato, audição e visão; a tecnologia veio para aguçar o sexto e o sétimo sentidos, completando sete que é a ordem natural do universo. Forçando um pouco a amizade, revelo que os dois “novos sentidos” tem tudo a ver com o que estamos fazendo aqui neste momento, nos comunicando, transmitindo ideias, trabalhando a informação, fazendo fluir o nosso pensamento, enfim, sensibilizando: a percepção e a compreensão humana. Sem os avanços tecnológicos, sejam na área de transporte, informação, comunicações, etc., a nossa percepção e compreensão de mundo seriam completamente diferentes. Portanto, nossa concepção do mundo globalizado se deve as facilidades promovidas pela tecnologia e se consubstanciam num caminho sem volta para a humanidade.

Bem, um conjunto de pilares que se preze deve servir para sustentar alguma estrutura; no nosso caso, temos em haver a pirâmide do conhecimento, composta de quatro camadas: (i) dados; (ii) informação; (iii) conhecimento + ação; e (iv) resultado. Há outras leituras que optam pela sabedoria no ápice da pirâmide, mas prefiro a objetividade do resultado.

De “bate pronto”, os dados são todas as observáveis captadas e quantificadas de uma determinada entidade do mundo real, depois de submetida a um modelo de representação simbólica. [universo de observações]

A informação é caracterizada pelos dados investidos de relevância, propósito e significado para um contexto específico. [quem, o quê, quando e onde?]

O conhecimento é inerente ao ser humano e indissociável da ação, que conferem significado (consistência) e praticidade (fluidez) a informação que se potencializa (dá-lhe Einstein: E=m.c2). [como?] Há ainda uma subdivisão do conhecimento, que pode ser: (i) explícito – quando o conhecimento é facilmente mapeado e passível de ser aprendido por terceiros; e (ii) tácito – refere-se ao conhecimento pessoal, calcado em experiências com insumos subjetivos.

No topo, temos o resultado que é o suprassumo ou o fruto do trabalho exequível, em face do atual grau de maturidade.

E daí, pra que serve isso? Vou concluir e resumir todo este falatório numa simplória tabela que retrata a pirâmide do conhecimento aplicada a cenários esdrúxulos do nosso dia-a-dia, de forma a comprovar sua aplicabilidade e reforçar o ditado: “nada se cria, tudo se copia”.

Cenário (objetivo) Dados [mundo real] Informações [quem, o quê, quando e onde?] Conhecimento [como?] Resultado [E daí?]
Cozinha (preparar refeição) - Itens da dispensa

– Utensílios

– Eletrodomésticos

- Juntada dos ingredientes e meios necessários para o preparo do prato Mão na massa (seguir a receita e acrescentar pitadas de subjetividade) - Refeição (muito boa, satisfatória ou passível de melhoria).
Festa (boa companhia) - Pessoas

– Luzes

– Bebidas

– Música

– Espaços

- Levantar afinidades da parceria Mão na massa (seguir o instinto e acrescentar nuances de subjetividade) - Toco;

– Uma noitada; ou

– Felizes para sempre.

Eis singela colaboração, sob uma perspectiva singular, do que entendo e consigo explicitar sobre gestão do conhecimento. Ficou faltando uma liga entre os pilares e a pirâmide, assim como o baluarte ficou sem fundação. Porém, sabemos, o processo de construção e melhoria continua faz parte da elaboração do conhecimento, sempre contando com o compartilhamento, colaboração e consulta de todos.

“Pense como um homem de ação e aja como um homem de pensamento.” – Henri Louis Bergson (filósofo francês)

Eleições 2014 – Vai ou racha

Eleições_2014Tempos de pouco “acolherar” palavras neste blog. Mas como fazer frente aos espetáculos televisivos, onde freneticamente se assiste aos golpes baixos do MMA eleitoral, que tão bem representa o cenário das eleições 2014. Pelo menos temos que admitir a evolução das promessas utópicas para a objetividade do “fura olho”; com vantagem para os políticos, é claro, visto se eximirem de obrigações futuras.

Dentro em breve estará aberta a contagem nas famigeradas urnas eletrônicas, sempre alvos de desconfianças. Antes disso, fomos bombardeados por pesquisas eleitorais que parecem ser mais incertas que as previsões do tempo, com o senão de piorar a assertiva com a proximidade do veredito derradeiro. Outro ingrediente picante será o pós-resultado. Caso a candidatura que for preterida seja da situação, seu modus operandi aponta a adoção da tática da terra arrasada em seu desfecho. Caso mantenha-se o manche nas mesmas mãos, há tempestades que virão com intensidade majorada por ter sido o mal represado.

Comecei a escrever estas linhas com o intuito de não revelar minha inclinação, passando por deslizes no parágrafo anterior. Já nas redes sociais, que se tornaram paredes de pichação para a desconstrução dos candidatos à presidência, os quais foram desmoralizados sem perdão, mantive-me neutro, até então. Das acusações e escoriações, concluo que de “santinho” não tem ninguém e ter “peninha” não lhes cabe; e, mais ainda, diante de tudo que foi veiculado, vejo-me reescrevendo o não tão sábio ditado: “o povo aumenta, mas ‘também’ inventa”.

Porém, fui alquebrado de minha resistência depois do último embate. Não me contive e postei um comentário - putz… que pecado – , após a resposta da Sra. Dilma ao questionamento de uma indecisa (economista desempregada), sugerindo-lhe que faça um curso do SENAI para obter emprego. Poxa, ofensa entre eles (candidatos)… tá tudo bem, afinal quem está na chuva é para se molhar. Mas ofender a sociedade brasileira; seja num debate, seja despejando dinheiro em Cuba ou dando fiasco em relações políticas externas (lembram-se do episódio da ONU – negociação com terroristas) passa do limite do ridículo. Como esta senhora, visivelmente despreparada e esclerosada, pode continuar representando nossa nação?

Mas, vejo que muita gente não se importa em passar vexame e é bom que seja assim, pois será mais fácil assimilar o golpe das urnas. Assumindo a oposição, não tem jeito, vai dar muito desemprego, por conta dos favorecidos em cargos públicos que irão para o olho da rua. Mas PeTralhas, não se preocupem não, se Deus quiser e ele há de querer, vocês poderão dispor do SENAI-PRONATEC, do Bolsa-Família, da Minha Casa – Minha Vida e do SUS para sobreviverem.

Vexame – Copa do Mundo 2014

vexame_copaBrasil 1 x 7 Alemanha, placar no jogo da semifinal da Copa do Mundo de Futebol 2014. Quanto a ser uma partida de futebol memorável, concordo; mas sustento minha opinião quanto ao feito marcante. Nunca na história da Copa se teve um placar tão benevolente, por parte de um time superior que abdicou de jogar para não humilhar seu adversário, mais ainda.
Tá legal (no imaginário) pensaram os alemães… como o anfitrião deseja o Hexa, então façamos o placar de 6 x 0 e ficamos todos felizes. Como a “seleção” brasileira facilitou por demais, saiu mais um gol – meio sem querer – que foi, por clemência, devolvido para arredondar a conta. Poderiam ser nove ou dez gols favoráveis, porém os alemães estavam convictos no tamanho relativo da trapizonga.
Bem, se por um lado os alemães foram tão generosos na medida da goleada de presente, fomos inocentes – como sempre – por acreditar em papai Noel, mesmo fora de época. Ô povinho para ter fé inquebrantável, mesmo diante da óbvia realidade. Os três primeiros jogos foram deploráveis, no entanto acreditávamos num crescimento, entrosamento e amadurecimento da “seleção” no decorrer da competição. Contra o Chile entramos em campo com cagaço, onde já se viu? No jogo da Colômbia tivemos as graças de Deus, que forçou o travessão pra baixo, e do goleiro milagreiro. O que poderíamos esperar ao nos depararmos com uma seleção na verdadeira concepção da palavra? Um vareio… é claro!
Procurar um Cristo é perda de tempo. Uma seleção é uma aurora boreal que forma um leque harmonioso de brilho e de cores que não ocorre ao acaso, reluz após muito sangue, suor e lágrimas empenhados. Já nossa “seleção” nunca teve identidade com o povo brasileiro e seu brilho se restringia a uma estrela solitária, ofuscada por nuvens nada passageiras que com o tempo não se foram; aliás, se espessaram. Para explicar o fiasco, pode escolher: (i) o sábio ditado “pior cego é aquele que não quer enxergar!” ou (ii) as fantasiosas teorias conspiratórias.
Outro ingrediente diferencial da nossa “seleção” foi a fixação daquele que “gosta de cavalos pangarés”, que depois do fato consumado, assumiu a culpa. Tarde demais!
Mundo que gira, página virada e, resta-nos, partir para o próximo desafio, em um campo de batalha mais sério. Por favor, não estou falando do jogo secundário da final, cujo resultado é líquido e certo: germanos holandeses na cabeça.
É hora de esquecer o pão e o circo, tirando algum ensinamento do vexame para darmos uma volta por cima, levando à sério aquilo que realmente interessa. De preferência pessoal, sem miragem coletiva e com civismo responsável.

Depois do tropeço na ilusão, vamos abrir os olhos e cair na real!

Cartel – Prática do Desporto de Orientação

Senhores,

orientação_esporteÉ com pesar que constato no que virou o salutar desporto de orientação, para o qual antes bastava o mapa, a bússola e pura vontade . Conseguiram afastar os iniciantes e curiosos, diante de exigências de afiliações a clubes, anuidades FGO, técnico responsável, enquadramentos em categorias e tantas barreiras que acabam por desestimular qualquer entusiasta. Além do desejável espírito desafiador na pista, agora se impõe uma via crusis de obrigatoriedades necessárias para o singelo ato de se inscrever numa prova e sentir o “gostinho” de uma pista de orientação.
De fato, em face do crescimento populacional, talvez estejamos vivendo um momento de processos seletivos e discriminatórios para escolher o público desejável num desporto, sejam praticantes ou na assistência. Assim, vem ocorrendo com a atividade de corrida de rua, os torcedores nos estádios e tantos outros eventos; onde se privilegia uma casta encarecendo ou restringindo os ingressos para a participação seletiva.
Mas esta atitude para a atividade de orientação, atualmente restrita, praticamente, ao público militar no nosso País, soa como um contrassenso. Isto me faz perceber e entender, perfeitamente, a nossa dificuldade em termos a prática de orientação consagrada e de ampla aceitação, tal como se evidencia em outros países.
Este meu desabafo deve-se as restrições para se realizar uma simples inscrição numa corrida de orientação, no interior do Estado do RS. Perguntam: Qual o seu clube? Está em dia com a anuidade? Tem chip eletrônico? Ao invés das boas vindas, de praxe, e do acolhimento receptivo a um “novo” praticante. Logo de entrada, exige-se um “cabedal orientação” como pré-requisito para poder, simplesmente, se divertir orientando-se.
Ao meu ver, os coordenadores do desporto de orientação estão tão absortos no desempenho, na competitividade e no registro dos escores dos seus partícipes, que se esqueceram do lado lúdico e educativo que antigamente enveredou a prática de orientação, só para lembrar: combinação de esforço físico e mental; respeito e integração a natureza; e estímulo ao desafio e tomada de decisão.
Pergunto maliciosamente: este é o preço a se pagar pela profissionalização do desporto ou, será, o preço imposto pelo cartel que tomou conta da prática de orientação?

Enfim, lastimável!

Seja bem-vindo ao seu Blog!

Com dúvidas para dar os primeiros passos no Super WordPress da Hostnet?

Conheça o portal ComoCriarMeuSite.com.br com diversas vídeo-aulas de ajuda e o site Tutoriais Hostnet com muitos tutoriais sobre o WordPress.

Links:
http://comocriarmeusite.com.br/
http://tutorial.hostnet.com.br/

Mais informações sobre o Super WordPress da Hostnet no link:
http://www.hostnet.com.br/instalador.wordpress.php

O Instalador Automático da Hostnet tem muitos outros aplicativos disponíveis para auto-instalação. Para mais informações acesse o link:
http://www.hostnet.com.br/instalador.automatico.php

5 GREAT Tips For Keeping Your Mobile Data Safe

Have you seen any of the latest beat maker software online? Its really cool and the stuff you can do with it is quite incredible. With very little music knowledge or background you can make some pretty interesting beats and even songs by simply using the software. You also dont need too much in terms of a computer and a basic PC or Mac will do just fine.

Beat maker software can be used for a variety of things. Many people spend a fortune on buying beats and sounds that they could have made themselves – for free. Here are 3 cool ideas for how you can use the software.

1. Background music

Are you into making your own games? Computer games require a lot different sounds and music and if you have to buy it all you can quickly blow your budget. With the software you can make your own beats and really customize it to get what you really want – even if you are not very musical.

2. Rap beats

Are you into rapping and hip hop? Are you thinking of making your own songs? Most of the time the lack of a studio or the inability to play instruments tend to keep many of us from fulfilling our musical talents. With beat software you can make your own music and rap over it by using some basic recording and mixing software. Who knows, you could make the next smash hit on your own PC using some basic beats software.

3. Video production

Do you do a lot of video production? You probably need a lot of background music to animate your videos. You could buy sound clips but how much better would it be to make your own. One thing you dont have to worry about when making your own music is that all the copyrights belong to you and you dont have to pay for using sound clips in clients videos. This will help you spice up all the video clips you produce and it can set you apart from your competition.

The real secret to making great beats using software is not so much the software itself but the libraries that come with it. Beats are made up from sampled sounds and unless you record your own samples you need to use predefined ones. Most music software packages link to huge online databases with a great variety and this is something that you need to keep in mind when looking for the ideal software package.

Mac Tools – Data recovery tools at its best!

A criticism, or “critique” as it is also called, refers to any kind of oral or written opinion, whether negative or positive, communicated to a perfomer by an instructor, judge, mentor, other musician or even non-musician. It is an evaluation of a performance that is shared to the performer by the evaluator. It is sometimes also shared with the public, such as in media, where, in this case, it is more commonly known as a “review” . You, as a musician, can become adversely affected in your morale and possibly even discouraged if you do not know how to properly deal with it. Any art, including music, is so close to the persons very essence that any criticism about it can hit home like a ton of bricks, even devastating an individual, believe it or not.

But criticism for the musician is inevitable. It comes with the territory of learning and performing music, from instructors, other musicians, admirers, fans, from all sorts of sectors. It is an inherent aspect of conservatories and music competetitions.

Technically speaking, every person has the right to express his/her opinion on anything. Oftentimes, people feel the need to express their feelings regarding anything in the arts. You hear it a lot with film and music. These can come off as either complimentary or critical.

If one receives a praiseful comment, such as how wonderful or moving their performance was, they should accept it, thank the originator and be genuinely proud that they could capture anothers heart with their aesthetic power. It is encouraging to hear such words, and rightfully so.

  1. However, ANY criticism or advice, either negative or even positive, from a non-professional (non-musician) should be entirely and utterly ignored.
  2. Regardless of whatever personal impact you created upon the listener, they are not the correct source for technical advice.
  3. Example: A pianist is performing a Bach piece and gets carried away with the dynamics (loudness and softness of various notes).
  4. After the performance, his friend, a non-musician whos dabbled in studying some music theory, praises him and advises him on how great the intensity on the dynamics was during the performance.
  5. The pianist makes the mistake of taking this as technical advice (instead of just differentiating between that and praise).
  6. He then enters a music competition where he performs the piece by getting carried away again on the dynamics.
  7. He promptly gets flunked and loses the competition because this piece he was performing, of the Baroque era, does not feature any sort of extremity in dynamics.

When a musician receives professional criticism, however, it can oftentimes be contradictory. For instance, one authority may say how excellent ones pedaling is while another comments on how muddy it sounds. This can leave a musician with uncertainty and unnecessary confusion. A thing to realize is that profesional technical critiquing can sometimes be opinion-oriented. But, it can also very well be corrective. There is a way to deal with this.

A musician always truly knows his or her own areas of weakness. These become more prominent and the individual becomes more tuned and aware of them as time and progress goes on. One should always be able to take such criticism without becoming introverted or feeling harmed. When one gets any such critiquing, the first thing to do is take it into consideration and evaluate it for themselves. If one feels that criticism was incorrect, then they have a right to evaluate that accordingly. A musician should always maintain his/her integrity. Though, at the same time, they should be open-minded and willing to learn more and become better and better. There is a fine line between not going the effect of poor criticism and being stubborn and never learning anything.

Lastly, there are always those individuals in society who seek to squash and put down creative minds, whether out of jealousy, insanity or their own failures. This occurs in any of the arts. As a musician, NEVER allow anyone to do this to you, for their “criticism” is merely an effort to overtly and openly put you down, or to slowly and insidiously suppress you by sounding “helpful” . Disregard it and continue being creative and making music!

Data Acquisition In The Modern World

Originating in the Spanish region of Andalucia Flamenco dancing has been traced back to the 15th Century but the word Flamenco did not become associated with this art form until the 18th Century. The origins of the word ‘Flamenco‘ are unclear but many have associated it with Romany Gypsies who settled in Andalucia and mixed with the original Moor inhabitants of the region.

The music of Southern Spain has had alot of influence from various cultures within Europe going onto form what we know we know as ‘Flamenco‘. Flamenco dancing began to emerge as a cultural and artisitc focal point of Spain in the late 19th and early 20th Centuries.

Flamenco is typical of southern Spanish culture and there are a surprising number of elements such as a mixture of the toque, baile and cante, (guitar, dancer and song) thato together to form Flamenco this seemingly simple dance. From dresses to shoes, guitar, to singers to the type of dance many different factors need to work together to make the dance the powerful artistic masterpiece that it so often can be.

  • For many the costumes and whole outfit of the dancer will be what goes towards symbolising alot of the dance.
  • With the internet and popularity of this dance it is now possible that people can obtain their very own piece of spanish culture whether it be throught a guitar dress or shoes.
  • Added to this is the fact that these unique dresses and costumes have proved to be extremely popular items at fancy dress parties or indeed exhibitions on Spanish culture.
  • Shoes and dresses are particularly popular and these can be made to suit any individual preference or taste but they come at a price so be prepared to pay well over $100 to achieve the look that you want.

Costumes and apparel that are worn are extremely varied and interesting with many types of pattern material and sequin available. Dresses like the shoes can be purchased ready made or tailored for that special touch. In recent times though the dance has been stripped back down to its roots as ‘Flamenco nueva‘ has begun to take hold. Flamenco nuevo is a much more traditional dance with songs and music being alot more simple but passionate. Outfits and costumes used by dancers have also been simplified with shoes and dresses worn by female dancers being alot more simple and plain whilst a male accompaniment may only wear a vest top.

Despite the development spoken about within the last paragraph there is a still much of Spain and the world that embraces Flamenco with its extravagance as it has become a part of the dance that grew out of informal city ‘pena flamencas‘ into a dance witnessed on the world stage by millions. It is this growth in Flamenco that has triggered the demand for all items associated with the dance and art. Websites and online shops offer items such as clothes, shoes. guitars and music so that the individual can create their very own Flamenco experience.